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Ata SINDIPAR Regularidade Chapa Inscrita 2025-2028

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Representação em negociações e convenções coletivas

O Sindipar atua defendendo os direitos e interesses das instituições de saúde de mais de 70 municípios do Paraná. Participamos das reuniões de convenções coletivas com os sindicatos dos trabalhadores, defendendo os interesses e possibilidades das empresas.

Fornecemos aos nossos associados assessoria técnica e jurídica, exercendo voz ativa no cenário político e contribuindo para a valorização abrangente de todo o segmento. Somos também um representante da categoria perante a sociedade, ao participar ativamente de discussões e decisões políticas, administrativas, trabalhistas e sindicais.

O que muda para os hospitais com as novas regras de publicidade do CFM

Os hospitais, clínicas e demais instituições de saúde também serão impactados pelas novas normas de publicidade médica, regulamentadas pela resolução nº 2.336/2023, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que entram em vigor em março.

IDENTIFICAÇÃO: Todos os estabelecimentos médicos, como clínicas e hospitais, terão que identificar o nome da instituição e do diretor técnico-médico nas peças de publicidade.

AMBIENTE DE TRABALHO: Os médicos e instituições têm permissão para compartilhar publicações de agradecimento realizadas por pacientes e utilizar as fotos do próprio ambiente de trabalho, no qual a equipe e/ou espaço apareçam, desde que o uso da imagem seja autorizado.

SENTIMENTOS: Também é permitido falar sobre as emoções relacionadas ao trabalho, motivação e prazer em trabalhar, porém em todos esses casos existem normas específicas que devem ser seguidas.

PREÇOS: A resolução autoriza a divulgação dos preços de consultas e a realização de campanhas promocionais. Porém, é irregular vender procedimentos em conjunto e principalmente anunciar para o público em geral cirurgias que são indicadas para tratamentos específicos.

Independente da nova regulamentação do CFM é importante ficar atento às políticas de publicidade das plataformas que têm regras próprias e, caso não sejam seguidas, prejudicam o desempenho do usuário.

Com diálogo do Sindipar, hospitais do Paraná receberão reforço financeiro para enfrentar o pico da dengue

O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar) está atuando para que os hospitais paranaenses estejam bem equipados e não faltem insumos para atender pacientes com dengue no período de pico da doença, o que está previsto para o fim de março, começo de abril. Um dos insumos mais utilizados com pacientes de dengue é o soro.

O fruto desse diálogo é o reforço financeiro que a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) fará aos hospitais em março, para que consigam dar vazão ao fluxo de pacientes no pior momento da epidemia. O valor será distribuído de forma proporcional aos hospitais que mais estiverem atendendo casos de dengue.

“A diretoria do Sindipar tem orientado os hospitais para que verifiquem estoques e o manejo de leitos. Também estamos reunindo as demandas das instituições e intermediando os pedidos com a Sesa, para que o atendimento seja rápido e eficiente”, ressaltou Charles London, presidente do Sindipar.

Dengue no Paraná

O secretário estadual de saúde, Beto Preto, confirmou ao Sindipar que 2024 pode ser a pior epidemia de dengue já vista nos últimos tempos no Paraná. Até então, a pior fase da doença tinha ocorrido entre 2019 e 2020. Mas neste ano, comparando esta semana epidemiológica de 2024 com a mesma semana em 2020, os casos dobraram, segundo o secretário.

O ranking de estados com maior quantidade de casos tem oscilado de semana a semana. O Paraná já liderou a lista no começo de janeiro de 2024. No momento, é o 4º estado com mais pacientes. A região Norte do Paraná é onde a situação está mais crítica, com mais de 50% das mortes por dengue. O último boletim epidemiológico divulgado pela Sesa na terça-feira (27) trouxe a confirmação de mais 12.600 novos casos e sete óbitos.

Nova preocupação: Dengue tipo 3

Uma variante da dengue ressurgiu no Brasil depois de 15 anos: a dengue tipo 3, o que pode elevar a quantidade de pacientes internados. Conforme Charles London, por causa deste intervalo muito longo, o corpo humano já não possui mais anticorpos para combater a variante de forma eficiente, o que pode levar a casos mais graves da doença.

Os sintomas de quem está com dengue tipo 3 podem ser um pouco mais severos. E se o paciente já teve dengue de qualquer tipo anteriormente, o risco de ter dengue hemorrágica ao contrair a doença pela segunda vez, em especial a tipo 3, pode levar ao internamento hospitalar e até à morte.

Os casos de dengue tipo 3, por enquanto, estão bem concentrados em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, onde há 81 casos confirmados (dos 85 registrados em todo o estado). Mas o secretário supõe que logo a variante se espalhe por todo o Paraná. Apesar do temor, Beto Preto ressalta que o tipo predominante no estado ainda é o tipo 1, em menor quantidade está o tipo 2.

Fluxo atendimento

Pensando em otimizar ao máximo o fluxo de pacientes, Beto Preto esteve reunido com secretários municipais de saúde, em fevereiro, para pedir que insistam e reforcem o cuidado primário com a doença e que caprichem no fluxo de atendimento aos pacientes, para evitar a superlotação dos hospitais e a falta de insumos.

“A maioria dos casos de dengue é leve ou moderada. Então qual é a porta que vai ficar saturada? É a do pronto atendimento municipal, da UPA. E quando esse sistema estiver desequilibrado, são os hospitais que vão lotar. Por isso que eu tenho insistido na organização do fluxo, tem que deixar o atendimento no hospital para o paciente mais grave. Então precisamos organizar esse fluxo lá no começo, na prevenção e no atendimento primário aos pacientes”, analisa o secretário.

Diante do diálogo com o Sindipar, o secretário autorizou, primeiramente, um repasse de um reforço financeiro aos hospitais, que será pago em parcela única em março. Também autorizou a compra de um estoque de soro e outros insumos, para que as instituições façam frente aos casos graves.

“Os hospitais paranaenses deram demonstração de grandeza ao longo do tempo e essa relação de parceria não pode ficar por aqui, tem que ser ampliada. Na pandemia não fizemos hospitais de campanha. Trabalhamos com os hospitais que já existiam e que foram multiplicando suas equipes para poder fazer o atendimento acontecer. E isso, inclusive, trouxe muita credibilidade para o nosso trabalho aqui no Paraná. Mostrou que a rede hospitalar é muito forte, é honesta, leal, franca e que está à disposição no momento que mais a saúde precisa”, analisou e agradeceu o secretário.

Comunicado de recesso de Fim de Ano 2023

Curitiba, 14 de dezembro de 2023.

COMUNICADO DE RECESSO DE FIM DE ANO
Prezados(as) Fornecedores, Parceiros e Associados,

Comunicamos que o SINDICATO DOS HOSPITAIS E ESTABELECIMENTOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE DO PARANÁ – SINDIPAR, situadas na Rua Augusto Stresser, 590, Juvevê, Curitiba, Paraná, CEP 80040-310, estará em recesso de fim de ano período de 26 de dezembro de 2023 a 07 de janeiro de 2024.
Retornaremos no dia 08/01/2024, com as atividades normais.
Qualquer emergência durante este período, favor entrar em contato com (41) 99224-3067.
Desejamos a todos um FELIZ NATAL e um ANO NOVO repleto de realizações.
A Instituição mantém-se à disposição, deixando os seus préstimos de estima e de elevada consideração.

Cordialmente,
Moacir Junior – Gerente Comercial
Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços
de Saúde do Paraná – SINDIPAR

Unimed é nova parceira do Sindipar e traz benefícios aos associados

A Diretoria do Sindipar fechou uma importante parceria com a Unimed Curitiba, trazendo inúmeros benefícios exclusivos para seus associados. A partir de agora, os associados do Sindipar podem usufruir de inúmeros benefícios com o Plano Flex Unimed, entre eles atendimento nacional para urgências e emergências.

Além disso, a parceria oferece uma coparticipação com apenas 50% em consultas e procedimentos ambulatoriais, e o melhor de tudo: não há coparticipação em internamentos clínicos, cirúrgicos, UTIs e procedimentos durante a hospitalização. Você terá acesso a uma extensa rede credenciada com mais de 80 prestadores, 4.700 médicos, 95 laboratórios, sendo 20 unidades laboratoriais próprias, 54 hospitais e 245 clínicas.

O Sindipar está sempre empenhado em proporcionar o melhor para seus associados e esta parceria é mais um passo nessa direção. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp 41 9 9280 9268.

O SINDIPAR é o sindicato patronal, trabalhadores devem buscar os seus sindicatos para tratar de contribuição

Temos recebido, nesta página, diversos diversos pedidos de oposição à contribuição sindical por trabalhadores da área da saúde. Esclarecemos que o SINDIPAR é o sindicato patronal, vinculado aos hospitais e demais estabelecimentos de saúde. Portanto, não somos a entidade adequada para receber tais solicitações, que devem ser realizadas diretamente junto ao sindicato laboral que lhe representa.

Sindipar recebe associados para café da manhã e discute novo piso salarial da enfermagem

Na quarta quarta-feira (19), o Sindipar realizou um café da manhã em sua sede no bairro do Juvevê, em Curitiba, com a presença de seus associados. Logo em seguida, a assembleia geral foi realizada, contando com a participação de diretores de hospitais e clínicas de outras cidades do estado. A pauta do encontro foi focada nos pontos cruciais do novo piso salarial dos profissionais de enfermagem e os potenciais impactos dessa decisão para hospitais e clínicas particulares, além do posicionamento da entidade diante do cenário atual.

Durante a assembleia, o presidente do Sindipar, Charles London, expressou seu agradecimento pela presença de todos os participantes, ressaltando a importância da união dos profissionais da área da saúde em momentos cruciais para a categoria. “É gratificante ver nossos associados e representantes de hospitais e clínicas aqui presentes, engajados em discutir e buscar soluções que valorizem o nosso setor”, destacou London.

Os debates acerca do novo piso salarial foram intensos, com a participação ativa dos membros do Sindipar, diretores e demais convidados. O presidente do sindicato enfatizou que o objetivo principal é alcançar um equilíbrio entre as necessidades dos profissionais de enfermagem, mas garantir a sustentabilidade financeira das instituições de saúde.

Os encontros da atual diretoria com os seus associados serão semanais e informados com antecedência para que todos possam participar.

Impactos do piso da enfermagem podem ocorrer já em maio, projeta FBH

São esperadas já para maio reduções de quadros de funcionários de hospitais de todo o país para absorver o impacto financeiro do novo piso nacional da enfermagem. A projeção, divulgada pelo jornal O Globo, é da FBH (Federação Brasileira de Hospitais), que calcula em mais de R$ 5 bilhões o custo da implementação dos novos valores. Juntamente com outras instituições representativas do segmento, a entidade segue alertando para o fato de o setor privado não estar contemplado pelas propostas do Governo Federal e do Congresso Nacional para garantir recursos para o piso no setor público.

No último dia 26 de abril, o Congresso aprovou o projeto de lei PLN 5/23, que abre crédito especial no valor de R$ 7,3 bilhões para que o Ministério da Saúde possa auxiliar a implementação do piso nos estados, Distrito Federal e municípios. O texto segue para a sanção presidencial. O piso foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal porque o texto aprovado no ano passado pelo Congresso não previa a origem dos recursos para arcar com os reajustes no serviço público.

O presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Adelvânio Francisco Morato, voltou a reforçar na reportagem do jornal O Globo que o projeto não contempla os hospitais privados. Segundo o texto, a estimativa inicial é de demissão de quase 13% do quadro de enfermagem (entre enfermeiros, técnicos e auxiliares) – um total de mais de 160 mil profissionais, que pode aumentar caso pequenos e médios hospitais acabem fechando as portas por não conseguirem absorver o piso. 

De acordo com a FBH, o novo piso representa um aumento na média salarial que varia, dependendo do estado, de 40% a 131%. 

Fontes:

O Globo

Jota

EBC