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O Sindipar atua defendendo os direitos e interesses das instituições de saúde de mais de 70 municípios do Paraná. Participamos das reuniões de convenções coletivas com os sindicatos dos trabalhadores, defendendo os interesses e possibilidades das empresas.
Fornecemos aos nossos associados assessoria técnica e jurídica, exercendo voz ativa no cenário político e contribuindo para a valorização abrangente de todo o segmento. Somos também um representante da categoria perante a sociedade, ao participar ativamente de discussões e decisões políticas, administrativas, trabalhistas e sindicais.
Os hospitais, clínicas e demais instituições de saúde também serão impactados pelas novas normas de publicidade médica, regulamentadas pela resolução nº 2.336/2023, do Conselho Federal de Medicina (CFM), que entram em vigor em março.
IDENTIFICAÇÃO: Todos os estabelecimentos médicos, como clínicas e hospitais, terão que identificar o nome da instituição e do diretor técnico-médico nas peças de publicidade.
AMBIENTE DE TRABALHO: Os médicos e instituições têm permissão para compartilhar publicações de agradecimento realizadas por pacientes e utilizar as fotos do próprio ambiente de trabalho, no qual a equipe e/ou espaço apareçam, desde que o uso da imagem seja autorizado.
SENTIMENTOS: Também é permitido falar sobre as emoções relacionadas ao trabalho, motivação e prazer em trabalhar, porém em todos esses casos existem normas específicas que devem ser seguidas.
PREÇOS: A resolução autoriza a divulgação dos preços de consultas e a realização de campanhas promocionais. Porém, é irregular vender procedimentos em conjunto e principalmente anunciar para o público em geral cirurgias que são indicadas para tratamentos específicos.
Independente da nova regulamentação do CFM é importante ficar atento às políticas de publicidade das plataformas que têm regras próprias e, caso não sejam seguidas, prejudicam o desempenho do usuário.
O Sindicato dos Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Paraná (Sindipar) está atuando para que os hospitais paranaenses estejam bem equipados e não faltem insumos para atender pacientes com dengue no período de pico da doença, o que está previsto para o fim de março, começo de abril. Um dos insumos mais utilizados com pacientes de dengue é o soro.
O fruto desse diálogo é o reforço financeiro que a Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) fará aos hospitais em março, para que consigam dar vazão ao fluxo de pacientes no pior momento da epidemia. O valor será distribuído de forma proporcional aos hospitais que mais estiverem atendendo casos de dengue.
“A diretoria do Sindipar tem orientado os hospitais para que verifiquem estoques e o manejo de leitos. Também estamos reunindo as demandas das instituições e intermediando os pedidos com a Sesa, para que o atendimento seja rápido e eficiente”, ressaltou Charles London, presidente do Sindipar.
Dengue no Paraná
O secretário estadual de saúde, Beto Preto, confirmou ao Sindipar que 2024 pode ser a pior epidemia de dengue já vista nos últimos tempos no Paraná. Até então, a pior fase da doença tinha ocorrido entre 2019 e 2020. Mas neste ano, comparando esta semana epidemiológica de 2024 com a mesma semana em 2020, os casos dobraram, segundo o secretário.
O ranking de estados com maior quantidade de casos tem oscilado de semana a semana. O Paraná já liderou a lista no começo de janeiro de 2024. No momento, é o 4º estado com mais pacientes. A região Norte do Paraná é onde a situação está mais crítica, com mais de 50% das mortes por dengue. O último boletim epidemiológico divulgado pela Sesa na terça-feira (27) trouxe a confirmação de mais 12.600 novos casos e sete óbitos.
Nova preocupação: Dengue tipo 3
Uma variante da dengue ressurgiu no Brasil depois de 15 anos: a dengue tipo 3, o que pode elevar a quantidade de pacientes internados. Conforme Charles London, por causa deste intervalo muito longo, o corpo humano já não possui mais anticorpos para combater a variante de forma eficiente, o que pode levar a casos mais graves da doença.
Os sintomas de quem está com dengue tipo 3 podem ser um pouco mais severos. E se o paciente já teve dengue de qualquer tipo anteriormente, o risco de ter dengue hemorrágica ao contrair a doença pela segunda vez, em especial a tipo 3, pode levar ao internamento hospitalar e até à morte.
Os casos de dengue tipo 3, por enquanto, estão bem concentrados em Cornélio Procópio, no Norte Pioneiro, onde há 81 casos confirmados (dos 85 registrados em todo o estado). Mas o secretário supõe que logo a variante se espalhe por todo o Paraná. Apesar do temor, Beto Preto ressalta que o tipo predominante no estado ainda é o tipo 1, em menor quantidade está o tipo 2.
Fluxo atendimento
Pensando em otimizar ao máximo o fluxo de pacientes, Beto Preto esteve reunido com secretários municipais de saúde, em fevereiro, para pedir que insistam e reforcem o cuidado primário com a doença e que caprichem no fluxo de atendimento aos pacientes, para evitar a superlotação dos hospitais e a falta de insumos.
“A maioria dos casos de dengue é leve ou moderada. Então qual é a porta que vai ficar saturada? É a do pronto atendimento municipal, da UPA. E quando esse sistema estiver desequilibrado, são os hospitais que vão lotar. Por isso que eu tenho insistido na organização do fluxo, tem que deixar o atendimento no hospital para o paciente mais grave. Então precisamos organizar esse fluxo lá no começo, na prevenção e no atendimento primário aos pacientes”, analisa o secretário.
Diante do diálogo com o Sindipar, o secretário autorizou, primeiramente, um repasse de um reforço financeiro aos hospitais, que será pago em parcela única em março. Também autorizou a compra de um estoque de soro e outros insumos, para que as instituições façam frente aos casos graves.
“Os hospitais paranaenses deram demonstração de grandeza ao longo do tempo e essa relação de parceria não pode ficar por aqui, tem que ser ampliada. Na pandemia não fizemos hospitais de campanha. Trabalhamos com os hospitais que já existiam e que foram multiplicando suas equipes para poder fazer o atendimento acontecer. E isso, inclusive, trouxe muita credibilidade para o nosso trabalho aqui no Paraná. Mostrou que a rede hospitalar é muito forte, é honesta, leal, franca e que está à disposição no momento que mais a saúde precisa”, analisou e agradeceu o secretário.

A Diretoria do Sindipar fechou uma importante parceria com a Unimed Curitiba, trazendo inúmeros benefícios exclusivos para seus associados. A partir de agora, os associados do Sindipar podem usufruir de inúmeros benefícios com o Plano Flex Unimed, entre eles atendimento nacional para urgências e emergências.
Além disso, a parceria oferece uma coparticipação com apenas 50% em consultas e procedimentos ambulatoriais, e o melhor de tudo: não há coparticipação em internamentos clínicos, cirúrgicos, UTIs e procedimentos durante a hospitalização. Você terá acesso a uma extensa rede credenciada com mais de 80 prestadores, 4.700 médicos, 95 laboratórios, sendo 20 unidades laboratoriais próprias, 54 hospitais e 245 clínicas.
O Sindipar está sempre empenhado em proporcionar o melhor para seus associados e esta parceria é mais um passo nessa direção. Mais informações podem ser obtidas pelo WhatsApp 41 9 9280 9268.

Temos recebido, nesta página, diversos diversos pedidos de oposição à contribuição sindical por trabalhadores da área da saúde. Esclarecemos que o SINDIPAR é o sindicato patronal, vinculado aos hospitais e demais estabelecimentos de saúde. Portanto, não somos a entidade adequada para receber tais solicitações, que devem ser realizadas diretamente junto ao sindicato laboral que lhe representa.
Na quarta quarta-feira (19), o Sindipar realizou um café da manhã em sua sede no bairro do Juvevê, em Curitiba, com a presença de seus associados. Logo em seguida, a assembleia geral foi realizada, contando com a participação de diretores de hospitais e clínicas de outras cidades do estado. A pauta do encontro foi focada nos pontos cruciais do novo piso salarial dos profissionais de enfermagem e os potenciais impactos dessa decisão para hospitais e clínicas particulares, além do posicionamento da entidade diante do cenário atual.
Durante a assembleia, o presidente do Sindipar, Charles London, expressou seu agradecimento pela presença de todos os participantes, ressaltando a importância da união dos profissionais da área da saúde em momentos cruciais para a categoria. “É gratificante ver nossos associados e representantes de hospitais e clínicas aqui presentes, engajados em discutir e buscar soluções que valorizem o nosso setor”, destacou London.
Os debates acerca do novo piso salarial foram intensos, com a participação ativa dos membros do Sindipar, diretores e demais convidados. O presidente do sindicato enfatizou que o objetivo principal é alcançar um equilíbrio entre as necessidades dos profissionais de enfermagem, mas garantir a sustentabilidade financeira das instituições de saúde.
Os encontros da atual diretoria com os seus associados serão semanais e informados com antecedência para que todos possam participar.
São esperadas já para maio reduções de quadros de funcionários de hospitais de todo o país para absorver o impacto financeiro do novo piso nacional da enfermagem. A projeção, divulgada pelo jornal O Globo, é da FBH (Federação Brasileira de Hospitais), que calcula em mais de R$ 5 bilhões o custo da implementação dos novos valores. Juntamente com outras instituições representativas do segmento, a entidade segue alertando para o fato de o setor privado não estar contemplado pelas propostas do Governo Federal e do Congresso Nacional para garantir recursos para o piso no setor público.
No último dia 26 de abril, o Congresso aprovou o projeto de lei PLN 5/23, que abre crédito especial no valor de R$ 7,3 bilhões para que o Ministério da Saúde possa auxiliar a implementação do piso nos estados, Distrito Federal e municípios. O texto segue para a sanção presidencial. O piso foi suspenso pelo Supremo Tribunal Federal porque o texto aprovado no ano passado pelo Congresso não previa a origem dos recursos para arcar com os reajustes no serviço público.
O presidente da Federação Brasileira de Hospitais, Adelvânio Francisco Morato, voltou a reforçar na reportagem do jornal O Globo que o projeto não contempla os hospitais privados. Segundo o texto, a estimativa inicial é de demissão de quase 13% do quadro de enfermagem (entre enfermeiros, técnicos e auxiliares) – um total de mais de 160 mil profissionais, que pode aumentar caso pequenos e médios hospitais acabem fechando as portas por não conseguirem absorver o piso.
De acordo com a FBH, o novo piso representa um aumento na média salarial que varia, dependendo do estado, de 40% a 131%.
Fontes: